O INPE, com sua política de dados livres, disponibiliza imagens grátis dos satélites Cbers 2 e 2B e Landsat 1, 2, 3, 5 e 7 que podem ser utilizadas para análise ambiental, estudo do solo etc. O link para acessar esse banco de dados é http://www.dgi.inpe.br/CDSR/. A revista InfoGeo do mês trás reportagem exclusiva sobre esse assunto.
(josegatto@gmail.com)
sábado, agosto 30, 2008
Imagens de Satélites
O INPE, com sua política de dados livres, disponibiliza imagens grátis dos satélites Cbers 2 e 2B e Landsat 1, 2, 3, 5 e 7 que podem ser utilizadas para análise ambiental, estudo do solo etc. O link para acessar esse banco de dados é http://www.dgi.inpe.br/CDSR/. A revista InfoGeo do mês trás reportagem exclusiva sobre esse assunto.
quarta-feira, agosto 27, 2008
Formaldeído
O formaldeído é um produto químico tóxico comumente encontrado, tanto em ambientes internos quanto externos, em muitas aplicações e indústrias. É classificada como um agente cancerígeno. Trata-se de uma combustão de carbono intermediária criada em incêndios florestais, emissões veiculares, fabricação de adesivos, conservante em produtos cosméticos, vacinas, embalsamento de órgãos, pinturas de paredes. Será que o analisador Picarro G1107 de formaldeído poderá preencher uma lacuna na velocidade da amostragem desse poluente?
Material Particulado
A Agência FAPESP informou hoje (veja aqui) que a legislação brasileira regulamentadora dos parâmetros de emissão de gases poluidores na atmosfera foi criada no início da década de 1990, mas 70% do conhecimento científico em poluição e saúde no país foi produzido após essa data. Paulo Afonso de André, pesquisador do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) afirmou tal contradição durante o 15º Congresso Brasileiro de Meteorologia, evento promovido até o dia 29 pela Sociedade Brasileira de Meteorologia.
quinta-feira, agosto 21, 2008
Nanoparticulas
Os vitrais da Idade Média funcionavam como purificadores de ar! Afirma o professor Zhu Huai Yong, da Universidade de Queensland. Ele disse que os vidraceiros medievais foram os primeiros nanotecnólogos, produzindo cores com nanopartículas de ouro de diferentes tamanhos. Veja reportagem completa aqui no Jornal Estadão!. Ele afirmou, também, que pequenas partículas de ouro, energizadas pelo Sol, eram capazes de destruir poluentes do ar como produtos orgânicos voláteis, que podem muitas vezes vir de móveis, tapetes, colchões, travesseiros, carros e tintas ( conhecidos popularmente como produtores do "cheirinho de coisa nova"). Tais poluentes, não se restringem aos ambientes internos, as emissões veiculares produzem , sob a ação da radiação solar, estes poluentes.
domingo, agosto 03, 2008
Etiqueta de Caminhão com Carga Perigosa
O Número ONU é o número que identifica o produto perigoso, designado pela “Internacional Maritime Dangerous Goods Code.”, Londres, 1972. A Portaria 204 do Ministério dos Transportes, de 20 de maio de 1997 (leia versão 2004 aqui) adotou a mesma classificação. Leia on line a 15ª edição do Manual ONU - 2007 - em Orange Book.
Manual de Classificação de Resíduos Perigosos
Leia on line a versão atual do SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTOS PERIGOSOS - o Purple book - em Globally Harmonized System of Classification and Labelling of Chemicals (GHS).Quatro sistemas foram considerados principais e formaram as bases primárias do GHS em segurança à saúde e ao meio ambiente:
1)Recomendações da ONU para o transporte de produtos perigosos;
2)Requisitos para local de trabalho, consumidores e pesticidas (USA);
3)Diretivas da União Européia para substâncias e preparados perigosos;
4)Requisitos para local de trabalho, consumidores e pesticidas (Canadá).
Curso Virtual Grátis na OPAS
Nos links abaixo encontram-se cursos on line grátis e com distribuição livre de materiais didáticos realizados pela OPAS.1) Risco Associado aos contaminantes do ar
2) Introdução à Toxicologia da contaminação do ar
3) Conceitos básicos sobre Meteorologia da contaminação do ar
4) Orientações para o controle da contaminação do ar
5) Metodologia de identificação e Análise de Riscos para saúde em áreas contaminadas
6) Prevenção, preparação e resposta para desastres com produtos químicos
Bom estudo.
Biblioteca Virtual de Toxicologia
Física: Saiba o que é LHC
O Prof Chris Quigg explica Física, inclusive trabalhos do LHC, (aqui neste link) com muitos vídeos e apresentações.
segunda-feira, junho 30, 2008
O que é MNCR ?
Veja no Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis como está sendo organizado, há cerca de 4 anos, os catadores e catadoras de materiais recicláveis pelo Brasil afora. Esta ONG busca a valorização da categoria de catador que é um trabalhador e tem sua importância.
Reciclagem de Garrafa PET !
A Gestora Ambiental Carioca Cynthia Souza mostra em entrevista na Globo como as garrafas podem ser transformadas em telhas, tubos, sofás e camisetas e aprenda a fazer uma embalagem de presentes com apenas uma garrafa PET e uma tesoura...
segunda-feira, junho 23, 2008
Toxicologia
Leia o artigo
"Toxicologia Bioquímica dos Inseticidas: A estrada que leva aos inseticidas de risco reduzido".
Por Timothy D. Foley, Chemistry Department, University of Scranton foleyt2@scranton.edu
"Toxicologia Bioquímica dos Inseticidas: A estrada que leva aos inseticidas de risco reduzido".
Por Timothy D. Foley, Chemistry Department, University of Scranton foleyt2@scranton.edu
domingo, junho 22, 2008
O que fazer com o Lixão de Queimados?
Petrobras vai recuperar segunda maior área com danos ambientais no Rio de Janeiro
20 de Junho de 2008 - 22h07 - Última modificação em 20 de Junho de 2008 - 22h07 - Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras e a Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro assinaram convênio hoje (20) com objetivo de resolver os problemas do segundo maior passivo ambiental do estado: o Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos (Centres), em Queimados, município da Baixada Fluminense.
O Centres só fica atrás do passivo ambiental da Ingá Mercantil, em Itaguaí, na região da Baía de Sepetiba, contaminada com metais pesados originários de uma falida fábrica de zinco metálico.
O passivo ambiental é formado por danos causados ao meio ambiente e que possam representar riscos à saúde humana, a partir da contaminação por metais e produtos químicos. Uma empresa tem passivo ambiental quando agride, de algum modo, o meio ambiente e não dispõe de nenhum projeto para sua recuperação.
Segundo a secretária do Ambiente, Marilene Ramos, no local – uma área de 72 mil metros quadrados, em Queimados - estão armazenados cerca de 29 mil metros cúbicos de resíduos tóxicos, como cádmio, ascarel e cianeto, entre outros produtos tóxicos. O material está em valas e em galões enterrados no solo.
O acordo firmada com a Secretaria do Ambiente é o resultado de um trabalho iniciado pela Petrobras em 2002, quando foi feita a primeira descontaminação do solo da região.
A secretária falou sobre a importância do convênio. “É o primeiro passo para que se possa resolver o segundo maior passivo ambiental do estado. É um convênio no qual a Petrobras vai investir mais de 20 milhões de reais, contando com toda a assistência técnica da Fundação Estadual do Meio Ambiente.”
O processo de transferência dos resíduos será feito por empresa terceirizada. A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feema) vai acompanhar e fiscalizar o processo de retirada e de destinação final desses resíduos, que serão levados para um local devidamente licenciado, evitando impactos ao meio ambiente.
Marilene disse que o governo estadual pretende acabar com todos os passivos existentes no Rio. “O nosso objetivo é solucionar todos os passivos ambientais do estado: o primeiro e mais grave passivo ambiental é o terreno da Ingá Mercantil. A área, que está em processo de descontaminação, será leiloada no próximo dia 27 de junho”, disse a secretária.
A solenidade contou também com as presenças do ministro do Meio do Meio Ambiente, Carlos Minc, do presidente da Feema, Axel Grael, e do gerente-executivo de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Petrobras, Ricardo Azevedo.
Lei a reportagem original
20 de Junho de 2008 - 22h07 - Última modificação em 20 de Junho de 2008 - 22h07 - Agência Brasil
Rio de Janeiro - A Petrobras e a Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro assinaram convênio hoje (20) com objetivo de resolver os problemas do segundo maior passivo ambiental do estado: o Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos (Centres), em Queimados, município da Baixada Fluminense.
O Centres só fica atrás do passivo ambiental da Ingá Mercantil, em Itaguaí, na região da Baía de Sepetiba, contaminada com metais pesados originários de uma falida fábrica de zinco metálico.
O passivo ambiental é formado por danos causados ao meio ambiente e que possam representar riscos à saúde humana, a partir da contaminação por metais e produtos químicos. Uma empresa tem passivo ambiental quando agride, de algum modo, o meio ambiente e não dispõe de nenhum projeto para sua recuperação.
Segundo a secretária do Ambiente, Marilene Ramos, no local – uma área de 72 mil metros quadrados, em Queimados - estão armazenados cerca de 29 mil metros cúbicos de resíduos tóxicos, como cádmio, ascarel e cianeto, entre outros produtos tóxicos. O material está em valas e em galões enterrados no solo.
O acordo firmada com a Secretaria do Ambiente é o resultado de um trabalho iniciado pela Petrobras em 2002, quando foi feita a primeira descontaminação do solo da região.
A secretária falou sobre a importância do convênio. “É o primeiro passo para que se possa resolver o segundo maior passivo ambiental do estado. É um convênio no qual a Petrobras vai investir mais de 20 milhões de reais, contando com toda a assistência técnica da Fundação Estadual do Meio Ambiente.”
O processo de transferência dos resíduos será feito por empresa terceirizada. A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feema) vai acompanhar e fiscalizar o processo de retirada e de destinação final desses resíduos, que serão levados para um local devidamente licenciado, evitando impactos ao meio ambiente.
Marilene disse que o governo estadual pretende acabar com todos os passivos existentes no Rio. “O nosso objetivo é solucionar todos os passivos ambientais do estado: o primeiro e mais grave passivo ambiental é o terreno da Ingá Mercantil. A área, que está em processo de descontaminação, será leiloada no próximo dia 27 de junho”, disse a secretária.
A solenidade contou também com as presenças do ministro do Meio do Meio Ambiente, Carlos Minc, do presidente da Feema, Axel Grael, e do gerente-executivo de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Petrobras, Ricardo Azevedo.
Lei a reportagem original
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